SOLUÇÃO ... INOVAR!
Publicada por Elvascidade | | Posted On quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Segundo um estudo da Cetelem, 70% dos portugueses afirma que os cortes no subsídio irão influenciar as compras de Natal.
Na região Centro do País a percentagem de indivíduos que afirma que o imposto extraordinário terá influência nas compras de Natal atinge os 80%.
No Sul chega aos 75% e no Norte aos 72%. A região de Lisboa surge no estudo como a menos afectada – apenas 53% considera que este imposto extraordinário terá impacto nas compras de Natal.
Na região Centro do País a percentagem de indivíduos que afirma que o imposto extraordinário terá influência nas compras de Natal atinge os 80%.
No Sul chega aos 75% e no Norte aos 72%. A região de Lisboa surge no estudo como a menos afectada – apenas 53% considera que este imposto extraordinário terá impacto nas compras de Natal.
O estudo revela ainda que 31% dos consumidores portugueses entre os 18 e os 24 anos não recebe subsídio de Natal e, como tal, são os que menos sentirão o impacto dos cortes – apenas 53% dos inquiridos nesta faixa etária refere que poderá diminuir o consumo nesta época festiva.
São as faixas etárias entre os 25 e 34 e os 35 e os 44 anos as que mais mencionam o impacto destas medidas nas compras de Natal (79% e 76%, respectivamente).
Embora “doente”, o comércio continua a ser um dos maiores, se não mesmo o maior, impulsionador da economia local. Vistas todas estas previsões, que como é óbvio já se faziam esperar, tempos ainda mais difíceis se avizinham para este sector na nossa cidade.
Que fazer então?
Muitos dirão que nada à a fazer e é esperar que toda esta recessão e esta crise passe, tentar aguentar ao máximo as portas abertas e respirar daqui a 2 ou 3 anos.
Na minha opinião apesar de tantos factores em contra o comércio local deve unir-se, inovar e “inventar” novas maneiras de atrair os poucos recursos disponíveis para as compras de Natal.
A Associação Empresarial de Elvas deve ter um papel preponderante neste aspecto, veja-se o que foi feito no mês passado na vizinha cidade de Badajoz.
A A.E.E. deve funcionar como coordenadora e impulsionadora de toda a actividade do comércio local, bem sei que são tempos difíceis e que não é realmente fácil tirar água de um poço cada vez mais vazio, mas cruzar os braços nunca será solução e muito menos num sector cada vez mais competitivo.
O comerciantes deixaram a Câmara acabar com o estacionamento livre, e não sejamos HIPÓCRITAS, VIR ao Centro só em caso de última necessidade, como ir às Finanças, Câmara ou Banco Espírito Santo.
O Modelo/Continente ou Mini-Preço que num aparente conluio da Câmara com o Comércio tradicional vão ter os acessos dificultados vendem melhor a melhor preço.
Solução: Distribuir uma corda a cada comerciante do Centro!
Este Natal o comércio elvense e nacional vai levar um rombo como há muito não levava.
Não há dinheiro, não há palhaço!
Além de que em Elvas, como no resto do país, quem sustenta o Comércio dito Tradicional são os Senhorios, só assim se explica que fechem a loja e fiquem uma década à espera de "sacar" uns tostões a algum incauto que paga um milionário trespasse.
Se não são capazes de se governar entreguem o loja ao Senhorio, os chineses pagam melhor, a tempo e horas e sabem-se governar.
Sr, Ze de merlo, para si que supostamente em nada contribui para tentar aliviar a angustia dos empresarios do centro historico, aconselho-o a arranjar duas cordas em vez de uma (a sua solução para os comerciantes), porque sobra uma para um outra, qualquer parte do seu corpo... talvez a lingua.
O calcanhar de Aquiles do Comércio Elvense, há já alguns anos, é a falta de qualidade dos seus produtos e serviços, pelo que muita da inovação passa necessariamente por aqui.
Se pensam que é pelo baixo preço, e consequente fraca qualidade dos produtos, esqueçam, pois para isso já existem as lojas dos chineses.
Já nem falo na liberalização do horário de funcionamento, pois esta é demasiado óbvia.