INCENTIVO AOS ESTUDANTES.

Publicada por Elvascidade | | Posted On quinta-feira, 28 de junho de 2012



A Câmara Municipal de Elvas, na reunião de 27 de junho, aprovou os projectos de quatro regulamentos municipais:

- atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino secundário,
- atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior,
- atribuição de bolsas de mérito académico,
- atribuição de bolsas de mérito escolar aos alunos do 12º ano.

Estes documentos foram enviados à Assembleia Municipal.

Um excelente incentivo aos estudantes da nossa região.

PAULO CANHÃO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL.

Publicada por Elvascidade | | Posted On



Paulo Canhão foi o nome escolhido pela Comissão Política Concelhia do Partido Socialista (PS), para o cargo de presidente da Assembleia Municipal de Elvas. Este órgão autárquico vai eleger o novo presidente, no primeiro ponto da ordem de trabalhos da sessão desta quinta-feira, dia 28 de Junho, às 10.00 horas, no salão nobre dos Paços do Concelho.

Este acto decorre após a renúncia apresentada por Carlos Pernas, na sessão do executivo. A saída deste membro obriga à entrada de outro, em sua substituição, na lista do PS, o médico João Pinto é o nome seguinte, mas este renunciou ao cargo, assim, vai ser chamado a tomar posse, amanhã a abrir os trabalhos, o profissional de seguros Fernando Semedo.

Paulo Alexandre Bencatel Canhão, empresário elvense de 40 anos, é o nome que o PS vai propor na Assembleia Municipal de amanhã, mas a maioria deste partido neste órgão autárquico (26 elementos em 32) deixa entender que a sua eleição está praticamente assegurada.

PORTUGAL VS ESPANHA.

Publicada por Elvascidade | | Posted On quarta-feira, 27 de junho de 2012

FESTIVAL MEDIEVAL EM ELVAS.

Publicada por Elvascidade | | Posted On terça-feira, 26 de junho de 2012





De 29 de Junho a 1 de Julho irá realizar-se pela primeira vez na Praça da República o VI Festival Medieval de Elvas, da história à arte e à música, venha divertir-se e entrar no verdadeiro espírito da época medieval que recriamos para si.
Tasquinhas, teatro de rua, torneios medievais, jogos infantis, falcoaria, danças e muito mais à sua espera, numa verdadeira reconstituição histórica a que não vai querer faltar!
Animação permanente no festival com bobos, trampolineiros, saltimbancos, trapezistas, tiro com arco, jogos, treino de guerreiros, passeios de camelo e muito mais.

Consulte o programa aqui.

A HORA DA VERDADE

Publicada por Elvascidade | | Posted On segunda-feira, 25 de junho de 2012



O município de Elvas, no Alentejo, mostrou-se hoje convicto de que as fortificações da cidade serão classificadas em 2013 como Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

A convicção da autarquia raiana surge apesar de as fortificações de Elvas, candidata na categoria de bens culturais, constituírem o único monumento português entre os 33 candidatos que fazem parte da lista de Património Mundial, elaborada pela Unesco.
A 36.ª sessão do Comité do Património Mundial reúne-se a partir de domingo (ontem) e até 06 de julho, em São Petersburgo, na Rússia. O conjunto de fortificações de Elvas, cuja fundação remonta ao reinado de D. Sancho II, é o maior do mundo na tipologia de fortificações abaluartadas terrestres, possuindo um perímetro de oito a dez quilómetros e uma área de 300 hectares.
A vereadora da Cultura do município de Elvas, Elsa Grilo, lembrou hoje à agência Lusa que o Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) deu parecer "decisivo e favorável", tendo sido provado que as fortificações da cidade alentejana "reúnem o valor universal excecional, que é o principal para que uma candidatura seja aprovada".
No entanto, segundo a autarca, a Comissão Nacional do ICOMOS considerou que existe também alguma "vulnerabilidade" no processo, nomeadamente que a "integridade do bem pode ser posta em risco se não forem cumpridos determinados requisitos".
Elsa Grilo explicou que o ICOMOS defende que toda a zona que o município quer ver declarada como Património Mundial seja também classificada pelo Estado português como monumento nacional.
"Este é um processo que está em curso, desde 2011, com a Secretaria de Estado da Cultura", disse.
Por outro lado, o ICOMOS solicita que a autarquia faça uma ampliação da zona de proteção entre o Fortim de São Domingos e o Forte da Graça, obra que, segundo a autarca, "não constitui qualquer problema" para o município.
"Querem também que passe a funcionar o gabinete das fortificações, situação que já tínhamos no plano de gestão e que a autarquia já aprovou", adiantou.
O ICOMOS exigiu também que as questões relacionadas com o Forte da Graça (propriedade do Ministério da Defesa Nacional) sejam resolvidas, nomeadamente os problemas relacionados com a sua recuperação e preservação.
"O município apresentou uma solução que parecia rápida e fácil ao Ministério da Defesa Nacional, no ano passado. A solução passava pela câmara assumir a gestão e recuperação do forte desde que o Ministério garantisse o financiamento através de fundos comunitários", explicou.
Para que o Estado não tivesse que suportar "um único cêntimo" do Orçamento Geral do Estado, Elsa Grilo explicou ainda que o município alentejano "comprometia-se" a pagar a parte da componente nacional.
"Acreditamos que seja possível, pois o Forte da Graça (monumento classificado como Património Nacional em 1910) tem que ter uma solução", defendeu.
O Forte da Graça, monumento militar do século XVIII situado a dois quilómetros a norte da cidade de Elvas, constitui um dos símbolos máximos das fortalezas abaluartadas em zonas fronteiriças.
O município de Elvas, que ainda não obteve uma reação por parte do Governo sobre a sua proposta para o Forte da Graça, espera que seja dada uma "resposta favorável" para que a candidatura decorra com normalidade.

Fonte Agência Lusa

DIVIDIDOS, MAS PORQUÊ?

Publicada por Elvascidade | | Posted On sexta-feira, 22 de junho de 2012



A Comissão Nacional de Saúde Materna e peritos recomendam o fim dos partos em Badajoz e sugere o encaminhamento das grávidas de Elvas e Campo Maior para o Hospital de Portalegre.

De acordo com a Comissão, citada por órgãos de comunicação nacionais, está em cima da mesa a decisão de finalizar o protocolo em vigor entre Portugal e a Junta da Extremadura que possibilita os nascimentos de cidadãos dos concelhos de Elvas e Campo Maior no Hospital Materno-Infantil de Badajoz.

Os autarcas de Elvas e de Campo Maior mostraram-se hoje divididos quanto ao possível fim dos partos dos dois concelhos no Hospital Materno-Infantil de Badajoz (Espanha), proposto pela Comissão Nacional de Saúde Materna, noticia a agência Lusa.

As críticas surgem do presidente do município de Elvas, Rondão Almeida (PS), que frisou hoje à Agência Lusa ser contra o fim dos partos em Badajoz e o encaminhamento das grávidas do seu concelho para o Hospital de Portalegre.

“É uma falta de respeito” o Governo português quebrar o acordo existente com Espanha, acentuou o autarca. Opinião contrária tem o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Ricardo Pinheiro (PS), que disse à Lusa ver com “bons olhos” a passagem dos partos para Portalegre, dando como exemplo a sua opção pessoal. “Fui pai há um mês e o meu filho nasceu em Portalegre e, há três anos, a minha filha também aí nasceu. Eu acho que, quando essa opção é tomada, devem ser dadas condições ao hospital de Portalegre e manter a sua qualidade”, defendeu.

A reação dos autarcas surge na sequência de uma notícia publicada hoje pelo jornal i, que noticia que “peritos recomendam fim dos partos em Badajoz”. Segundo o jornal, a Comissão Nacional de Saúde Materna “propõe o fim” do protocolo entre Portugal e a Junta da Estremadura (Espanha) que permite os partos de grávidas de Elvas e de Campo Maior no Hospital Materno-Infantil de Badajoz.

O acordo veio colmatar o fecho da sala de partos do Hospital de Elvas, em junho de 2006, permitindo às grávidas daquele concelho e do município de Campo Maior optarem entre o hospital de Badajoz ou os hospitais de Portalegre e de Évora.

A Comissão Nacional de Saúde Materna propõe agora que as grávidas dos dois concelhos passem a ser encaminhadas para o Hospital de Portalegre para rentabilizar a respetiva maternidade, que “em 2010 só fez 473 partos”, escreve o jornal i.

A Junta da Estremadura espanhola limitou-se hoje a revelar à Lusa que o Hospital Materno-Infantil de Badajoz realizou, em 2011, 190 partos de grávidas de Elvas e de Campo Maior. Deste total, o maior número, 97, diz respeito a partos vaginais sem complicações, seguindo-se 47 partos vaginais em que os médicos registaram complicações.

As cesarianas com complicações foram 33 e as cesarianas sem complicações foram 13, acrescenta o documento da Junta da Estremadura enviado à Lusa.

“O que este Governo quer, e que eu até compreendo, é dar vida à maternidade de Portalegre com as parturientes de Elvas e Campo Maior. Mas, por favor, para manter a maternidade aberta, não sacrifiquem uma população que estava a ser bem servida”, defendeu à Lusa Rondão Almeida.

O autarca questionou ainda os motivos que, caso a medida avance, irão obrigar as grávidas de Campo Maior e de Elvas a percorrer “uma hora de automóvel” para chegar a Portalegre, quando a “cinco minutos” de distância, em Badajoz, têm “a alternativa de uma prestação de serviços de qualidade”.

Já o autarca de Campo Maior sublinhou que o Hospital de Portalegre “tem condições”, mas sustentou que, “se o número de partos aumentar”, estas devem ser melhoradas. Num balanço efetuado pela Lusa em novembro do ano passado, tinham nascido no Hospital de Badajoz, desde 2006 e até àquela data, quase 1.300 bebés portugueses.

ELVAS, EM NOME DE PORTUGAL.

Publicada por Elvascidade | | Posted On quinta-feira, 21 de junho de 2012





As fortificações de Elvas são o único monumento português entre os 33 candidatos a fazer parte da lista de património mundial elaborada pela Unesco. O comité do organismo reúne-se entre os dias 24 de junho e 6 de julho, em São Petersburgo, Rússia.

Candidata na categoria de bens culturais, as fortificações de Elvas concorrem com monumentos como as paisagens cariocas do Rio de Janeiro (Brasil), entre a montanha e o mar, Rabat, capital moderna e cidade histórica (Marrocos) ou a catedral de Santa Sofia e o conjunto de edifícios monásticos, as igrejas de São Ciro e Santo André em Kiev (Ucrânia).

A lista de monumentos que são hoje Património Mundial da Unesco conta com 936 nomes de 153 países. Entre os candidatos de 2012 encontram-se cinco países que não fazem ainda parte desta lista: Congo, Palau, Qatar, Chade e Palestina.

Os palestinianos apresentam a Igreja da Natividade e a rota de peregrinação de Belém como lugar do nascimento de Jesus, uma candidatura apresentado sob críticas de israelitas e americanos. Belém é a zona turística mais visitada da Palestina. Recebeu 2 milhões de visitantes em 2011.

Fonte: Diário de Noticias