ESFAQUEADO EM ELVAS.

Publicada por Elvascidade | | Posted On terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


Um indivíduo de 42 anos foi esfaqueado na noite passada, de domingo dia 5, pelas 22 horas. O esfaqueamento resultou de um assalto e o homem foi atingido várias vezes, em diversas partes do corpo.
Segundo a Rádio ELVAS apurou, o homem foi encontrado no fosso entre as portas de Olivença e o Jardim da Laranjeiras por volta das 7.50 horas da manhã de segunda-feira dia 6. Na altura, o ferido foi socorrido pelo INEM e transportado ao Hospital de Santa Luzia, em Elvas.
Noutro local do fosso, no topo sul do Jardim das Laranjeiras ("rua de bucho"), foi localizado um motociclo abandonado. As autoridades tentam apurar se há ligação entre as localizações do homem esfaqueado e da motorizada, a uma distância de 250 metros. Estas zonas foram vedadas pela PSP, aguardam a chegada da Policia Judiciária.
O indivíduo encontrava-se, ao início da manhã, no bloco operatório da unidade hospitalar elvense. As perfurações no tronco são as que requerem maiores cuidados médicos. O homem trabalha em Elvas numa empresa de construção civíl e ficou sem todos os bens que levava consigo.

O PRIMEIRO MINISTRO NÃO É UM DEUS!

Publicada por Elvascidade | | Posted On segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


"O Governo tem autonomia para tirar a tolerância de ponto e as autarquias têm autonomia para a dar. No caso de Elvas vou ponderar em dar essa tolerância de ponto, porque o primeiro-ministro não é um Deus."

FONTE DA MISERICÓRDIA.

Publicada por Elvascidade | | Posted On sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012



A Fonte da Vila, hoje conhecida como da Misericórdia deve-se ao arquitecto Pêro Vaz Pereira (que foi responsável pela conclusão do aqueduto), e foi construída em 1622. É constituída por um corpo cilíndrico, encimado por seis colunas seguindo a disposição circular, tudo rematado por uma cúpula semi-esférica com um pináculo de bola.

Dentro do estreito templete assim formado está a estátua equestre de D. Sancho II com as armas de Portugal, saindo a água por seis bicas em forma de golfinho, nos intercolúnios, para um tanque lobulado, tudo rodeado por uma grade de ferro com balaústres de mármore.

Foi, dentro da cidade, a primeira fonte a receber a água do Aqueduto da Amoreira e que durante trezentos e vinte e nove anos permaneceu no local onde foi construída, ou seja, junto do hospital do mesmo nome, sendo em 1951, por se considerar que criava graves dificuldades ao tráfego, foi removida para o largo onde hoje se encontra.
Existiu aí um chafariz, construído no mesmo ano da fonte, para uso de cavalgaduras, com dois reservatórios: um de dentro e outro de fora. Talvez por esta razão o local era conhecido pelo nome de Largo do Chafariz de Fora. Foi demolido no último terço do século XIX.

A fonte da Misericórdia procura embelezar esse largo que agora se designa de 25 de Abril.

CHAFARIZ D'EL REI PRECISA ATENÇÃO.

Publicada por Elvascidade | | Posted On


Chafariz D’El Rei construído em 1622 quando se terminou o Aqueduto da Amoreira era abastecido por ele, situa-se na antiga Estrada Real a caminho de Lisboa, depois conhecida como “Estrada Velha” desde que no sec. XIX se construiu a actual (conhecida hoje como estrada da calçadinha) .
Estando este mesmo chafariz já “desactivado” pede-se à Edilidade que zele pelo seu restauro e conservação.

Fonte: Bloco de Esquerda Elvas

MAS QUE CABEÇAS DEVERIAM ROLAR?

Publicada por Elvascidade | | Posted On quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012


"O Elvas", Clube Alentejano de Desportos, que já militou na primeira divisão nacional, está no último lugar da Série E da III Divisão e não paga salários desde Novembro. Entretanto, com a crise do "Totonegócio", o clube ficou sem poder obter a certidão de não dívida do Fisco e da Segurança Social, logo impedido de obter o subsídio mensal da autarquia de Elvas.
Recorde-se que, em 2011, a CM de Elvas concedeu um subsídio de 81 mil euros.
Os jogadores, entretanto, entregaram um comunicado na Rádio Elvas, basicamente mostrando-se solidários com o clube no caso do Totonegócio, mas reiterando o seu desagrado quanto à falta de pagamentos, ameaçando não entrar em campo no próximo jogo.
O presidente Eurico Candeias reagiu de forma bastante violenta, acusando os jogadores de "precipitação", e que há "grupinhos que desestabilizam" e que quando apurar quem manobra o grupo diz que "vão rolar cabeças"

Fonte: Ojogo

AQUEDUTO DA AMOREIRA.

Publicada por Elvascidade | | Posted On quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012




O Aqueduto da Amoreira liga o local da Amoreira à cidade de Elvas. Tem 843 arcos
com mais de cinco arcadas e torres de 31 m de altura. É considerado o maior aqueduto da Península Ibérica com 8,5Km de extensão.
Desde a época de ocupação árabe a povoação de Elvas era abastecida pelo Poço de Alcalá, situado perto do antigo Paço Episcopal. No entanto, a partir do século XV, devido ao aumento da população, o poço tornou-se insuficiente para abastecer de água a cidade.
Logo no início do reinado de D. Manuel I, o monarca autorizou o lançamento de um imposto, o Real de Água, para serem executadas obras de conservação do poço medieval. Estas obras não resolveram os problemas de abastecimento existentes, pelo que a edilidade local pensou em construir umaqueduto que trouxesse a água desde os arrabaldes, no local da Amoreira, até ao centro da cidade.
Em 1537 D. João III designou o arquitecto Francisco de Arruda, mestre das obras do Alentejo e autor do Aqueduto da Água de Prata de Évora, para executar o projecto do novo aqueduto de Elvas. As obras iniciaram-se no mesmo ano, prosseguindo até 1542, data em que a extensão do canal chegava ao Convento de São Francisco. Seguiu-se então a execução da parte mais complexa do projecto, uma vez que depois dos seis quilómetros iniciais já edificados, os arcos do aqueduto iriam aumentar de dimensão. A obra tornava-se cada vez mais onerosa, embora os impostos cobrados aos habitantes da cidade destinados à edificação do aqueduto fossem sendo aumentados ao longo dos anos.
Em 1547 as obras eram suspensas devido à falta de verbas, sendo retomadas somente em 1571. Esta segunda campanha de obras, que terá sido orientada pelo engenheiro Afonso Álvares, prosseguiu até 1580, quando a subida ao trono de Filipe I originou uma nova interrupção dos trabalhos.
As obras foram retomadas no início do século XVII, e cerca de 1610 concluíu-se que era necessário alterar o projecto do aqueduto, dando-lhe mais altura, para que fosse possível levar a água até ao Largo da Misericórdia. Esta decisão atrasou ainda mais a conclusão dos trabalhos, devido não só às dificuldades práticas relacionadas com o trabalho de engenharia como também pelo aumento dos custos do projecto. Finalmente, em 1620 correram pelo aqueduto as primeiras águas dentro dos muros da cidade, que iam então desembocar numa fonte provisória construída junto à antiga Igreja da Madalena.
No ano de 1622 estava concluída a Fonte da Misericórdia, que finalizava o percurso das galerias do aqueduto, tornando-se um dos pontos centrais da cidade.
O aqueduto, que se estende por uma extensão de cerca de oito quilómetros, comporta um conjunto de diversas galerias, que numa primeira zona são subterrâneas, e ao nível do terreno são formadas por quatro arcadas sobrepostas, apoiadas em pilares quadrangulares e fortalecidas por contrafortes semi-circulares, perfazendo uma altura de trinta e um metros.
Durante a Guerra da Restauração a defesa de Elvas, cidade fronteiriça da maior importância estratégica, tornou-se um imperativo, e a localização do aqueduto transformou-se num obstáculo à construção de um novo conjunto de fortificações, pelo que os engenheiros militares puseram a hipótese de derrubar o aqueduto, possibilidade avalizada porD. João IV. A povoação de Elvas opôs-se a esta medida, e o Conde de São Lourenço, governador da Praça de Elvas, conseguiu através de uma petição à Coroa que o monarca desistisse da demolição.
Para contornar as dificuldades do abastecimento da cidade durante a guerra foi edificada uma cisterna, desenhada pelo engenheiro Nicolau de Langres, e edificada na década de 50 do século XVII, segundo um modelo "abobadado e à prova de bomba", que foi ligada ao aqueduto através de um cano subterrâneo.
Já na segunda metade do século XX sofreu a ruina de alguns arcos na zona mais elevada sendo reparados com a utilização das técnicas disponíveis à data.
Está classificado pelo IGESPAR como Monumento Nacional desde 1910

DESTAQUES 2011.

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EVENTO 2011

Carnaval de Verão – 8%
Bacalhau Dourado no Guiness – 10%
Festival Medieval – 14%
Festival Bandas Filarmónicas – 5%
São Mateus – 26%


OBRA DE 2011

Requalificação da Escola D. Sancho II – 44%
Iluminação Muralhas Seiscentistas – 39%
Remodelação Campo Patalino – 2%
Recuperação dos Passos e Igreja N. Srª. Das Dores – 10%
Requalificação EN4 – 2%


ACONTECIMENTO DE 2011

Trabalhadores CME obrigados a devolver parte do salário – 42%
Anuncio/renuncia de Rondão Almeida a cabeça de lista do P.S. por Portalegre às legislativas – 14%
“O Elvas” Campeão Distrital 2010/2011 – 17%
Suspensão obras do TGV – 14%
Padre Francisco Couto desvinculado das funções de paroquialidade – 11%


INICIATIVA DE 2011

Abraço Solidário (criação refeitórios sociais) – 21%
Homenagem ao Comendador Rui Nabeiro – 7%
Piscinas nas freguesias rurais – 4%
Debate sobre o futuro do São Mateus – 56%
Criação Gota d’Arte – 9%